novembro 29, 2007

Distância

Há um rio que nos separa...
Olho-te, do outro lado da margem,
envolto na neblina
e sinto que o amor ainda está no meu peito.
Grito o teu nome,
mas a distância apaga-o...
Sei que não me ouves.
Sei que não me vês.

Será que ainda me sentes?

19 comentários:

Blondewithaphd disse...

Such a cruel thing distance... And the worst distance there is is that of indifference, when space doesn't mean a thing and still oceans separate people.

Tiago R Cardoso disse...

Luta e constrói a tua ponte, atravessa e mostra que estás aqui.

quintarantino disse...

Quem sabe?

Miss Vader disse...

Nós estamos longe, mas o nosso amor não está.
E não te esquças que eu vou estar perto de ti neste Natal,e quero receber muitas prendas.

Alma Nova disse...

A resposta chegará na ponta dos teus dedos quando decidires atravessar esse rio.

O Árabe disse...

Provavelmente sim... já que ainda o sentes com tanta intensidade. Mas... por que não descobres? :)

adrianeites disse...

os obstaculos podem ser ultrapassados!

Francisco Castelo Branco disse...

Tem tudo a ver com uma situação que estou a viver.....

Sniqper ® disse...

A dúvida mata. Será que vale a pena morrer sem tentar?

Sei que existes disse...

Talvez sim... talvez não... Experimenta falar com ele!...
Beijocas grandes

Carol disse...

As dúvidas desvaneceram-se... E, seja qual for a resposta ou o dilema, vale sempre a pena tentar e lutar!
Bjs para todos.

Pepe Luigi disse...

Belíssimo este seu poema.

Anónimo disse...

mt interessante o blogue. n conhecia.

deixo uma dica de um autor novo que merece ser divulgado:

www.tiagonene.pt.vu

Patsy

Miss Vader disse...

Olha tia, estou mesmo a safar-me bem. Zero negas é bom, não?

FERNANDA & SONETOS disse...

Olá Carol, passei para deixar-te um beijinho.
Fernandinha

Metamorfose disse...

Nada nos impede de chegarmos aonde queremos... constroi a ponte. Beijos

Carol Barcellos disse...

Também há um rio que me separa, de bravas águas. Ainda existe a ponte, e eu sempre penso em atravessá-la, mas...ele abalou os alicerces dela. A qualquer momento, quem passar por ela, pode ser jogado rio abaixo.
Sei que deveria ser mais corajosa. Mas será que ele ainda me sente? Creio que não. Mando, então, sinais de fumaça, pombos-correio, e outros sinais. Deixo a reconstrução da ponte ser a decisão dele. E, enquanto isso, mesmo que esse enquanto seja eterno, sentir o amor dele no meu peito é o que me aquece.

Amei o poema!
Beijos!

Budas disse...

Como o teu blog se chama poetisar vou começar a fazer comentários em queadras para os teus posts.

Gosto muito do teu blog
Poesia de encantar
Eu vou voltar a ler
O blog Poetisar

beijinhos
Budas

FERNANDA & SONETOS disse...

Olá Carol, desejo-te um bom fim de semana.
Um abraço com carinho.
Fernandinha